11/06/2008

Sexo e a cidade



Para terminar as minhas férias em beleza, lá fui ver o filme, com as minhas amigas.

O meu cérebro estabeleceu uma subliminar associação com um dos melhores filmes de Woody Allen "A Rosa Púrpura do Cairo", cuja actriz principal, interpretada por Mia Farrow, é surpreendida pelo actor que sai do écrã e a introduz na tela, desenvolvendo um jogo entre fantasia e realidade.

A realidade exposta pelo quarteto inseparável destas mulheres procurando o amor, cada uma à sua maneira, despertou em mim uma sensação de desengano.
A vida, se fosse cinema, seria, sem dúvida, bem melhor, pois, pelo menos, haveria a certeza de que, no fim, tudo acabaria bem.

Hoje, caí na realidade, quando tocou o despertador às 7h30 e me preparei para recomeçar a minha actividade (que se adivinha intensa!).
E lá fui de boleia, já que na «realidade», o meu carro está há uns dias na oficina!

11 comentários:

cavaleirodoamor disse...

Uma associação interessante. Woody Allen é um mestre!
(Sem carro? Quer boleia?) :)

Nilson Barcelli disse...

Querida amiga, troca de realidade.
Não para a do filme, mas para uma mais próxima que te satisfaça como mulher inteligente que és.

Bfs, beijinhos.

Irene disse...

cavaleiro
(obrigada pela oferta, mas já estou remediada)

nilson
Na verdade, a única realidade que preciso de trocar é mesmo de carro! :))
bom fim-de-semana
Bjs

Anónimo disse...

Tudo tem 1 principio, meio e fim.
Principio: As férias.
Meio: O filme
Fim da picada: O carro na oficina.
Esta é uma vida bem mais real que a do cinema.
Faz parte.

Vertigo disse...

Pois é,Pois é! Devia ser como no cinema ...

JPD disse...

A série vi gostei; o filme ainda não.

O contributo para libertar o sexo e os seus dramas de tantos e tão tremendos equivocos foi meritório.

Irene disse...

francis
e na vida real há de tudo: bom e mau; cabe-nos valorizar o bom e relativizar o mau.

a vertigo
não tenho assim tanto a certeza... mas é um ponto de vista, claro.

a jpd
vi alguns episódios da série e gostava porque me divertia e o filme correspondeu também a essa expectativa.
Concordo que, em parte, tenha contribuído para alguma libertação no que diz respeito ao sexo vivido pelas mulheres; mas tudo depende da «cabeça» de cada uma, pois acho que há muita confusão entre libertação e libertinagem...

Vera disse...

Férias... as minhas estão próximas! E eis um filme que quero ainda ver ;)

Beijinhos

Sunshine disse...

Gostei muito do filme...tive pena que o final fosse cor-se-rosa.
Beijinhos com raios de Sol

Paula disse...

Também fui ver o filme!

Realmente de encantar...A nossa vida veste outras roupagens!

Mas a arte do cinema é isso mesmo. Entrar algumas vezes num mundo de fantasia, faz parte.

Abraço

Å®t Øf £övë disse...

Irene,
Na realidade é vida real é bem mais cruel do que aquilo que nos mostram nas telas de cinema.
Life is not perfect...
Bjs.