09/10/2011

morrem-me as palavras

na nascente da água doce e pura...

morro na tua boca

sem amanhã

porque não és meu

há uma partida do destino
para um lugar qualquer

distante de mim.



Irene Ermida

2 comentários:

Luis Bento disse...

Faz tempo que não vinha aqui...e a volta do destino a acenar-me com palavras doces...

Foi nesta ausência e na distância que pude comprovar a evolução...Muito bom!

Irene disse...

Obrigada pelas palavras e pelo regresso.
são palavras...