A celebração de um feliz acontecimento levou-me ontem até a Ervamoira , uma quinta localizada na margem esquerda do rio Côa, em pleno Parque Arqueológico do Vale do Côa. Após oito quilómetros de caminho de terra, entre uma vegetação agreste e acidentada marcada pelo negro do xisto, vislumbramos, de repente, duzentos hectares de verde vinhateiro numa plantação vertical, que difere na forma das restantes caracterizadas pelos socalcos. O museu, que existe na quinta, expõe fotografias e algumas peças encontradas na estação arqueológica existente na propriedade.
A chuva, que caiu intensamente durante quase todo o dia, não impediu os convivas de usufruir da beleza da paisagem, da tranquilidade do espaço, do silêncio que abafava vozes prazenteiras, que traduziam o grau de satisfação com o repasto confeccionado com esmero - um óptimo bacalhau com broa e um delicioso cabrito assado -, acompanhado de um excelente vinho.
Este empreendimento é a prova de que a vontade do homem pode superar condicionalismos de relevo geográfico e pode desenhar uma harmonia natural. De salientar o bom senso que imperou quando a intenção de construir a barragem não se concretizou!
A chuva, que caiu intensamente durante quase todo o dia, não impediu os convivas de usufruir da beleza da paisagem, da tranquilidade do espaço, do silêncio que abafava vozes prazenteiras, que traduziam o grau de satisfação com o repasto confeccionado com esmero - um óptimo bacalhau com broa e um delicioso cabrito assado -, acompanhado de um excelente vinho.
Este empreendimento é a prova de que a vontade do homem pode superar condicionalismos de relevo geográfico e pode desenhar uma harmonia natural. De salientar o bom senso que imperou quando a intenção de construir a barragem não se concretizou!












