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Remar contra a maré será uma expressão que traduz a persistência em afirmar ideias, princípios e postura na vida, apesar das adversidades que surgem em cada esquina.
Ficar de braços cruzados enquanto
engolimos sapos acarreta consequências para a integridade moral, que pode destruir, corroer e lançar o ser humano num labirinto até se perder, sem bilhete de regresso.
Não dar o braço a torcer quando a crença de que o lado certo é mais forte do que qualquer evidência que nos queiram impingir, traz, com o passar do tempo, alguma debilidade de comportamento que pode levar, de vez, a
perder a cabeça e a
viver eternamente
no mundo da lua!
Pôr as cartas na mesa pode
custar os olhos da cara e levar-nos a passar o tempo
com a pulga atrás da orelha.
Ser um
osso duro de roer pode granjear o respeito e a admiração dos outros que, sentindo-se de
mãos atadas, acabam, por vezes, a
trepar paredes!
Quantas vezes se recebe
um balde de água fria, por tentarmos manter a verticalidade que nos distingue de alguns
zeros à esquerda que se pavoneiam
sem pés nem cabeça na calçada atapetada de vermelho!
Riscá-los do mapa seria a solução mais confortável e deixaria margem para a evolução natural das coisas, antes que se transformassem em meras
baratas tontas preocupados em infernizar a vida dos outros!
Mas, convenhamos que, fazer
uma tempestade num copo de água, não contribui, de modo nenhum, para
pôr os pontos nos is. Por vezes, é recomendável mandar essa gente
pentear macacos e fazer
vista grossa às asneiras que cometem.
Não adianta
chorar sobre o leite derramado nem
bater na mesma tecla! Importa antes
armarmo-nos até aos dentes,
arregaçar as mangas e
meter mãos à obra!
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